[RJ] Agenda Cultural: o que fazer de 21 a 28 de agosto

[RJ] Agenda Cultural: o que fazer de 21 a 28 de agosto

A última semana de agosto chega ao Rio com uma programação que atravessa diferentes linguagens e territórios da cidade. Dos grandes musicais às pequenas salas, dos palcos da Zona Sul às arenas culturais dos subúrbios, há opções para quem procura música brasileira, teatro, artes visuais, literatura e atividades para toda a família.

A música ganha espaço com encontros entre gerações, homenagens e repertórios que passeiam pelo samba, MPB, jazz, rock e música de câmara. Nos palcos, clássicos dividem a semana com dramaturgias contemporâneas, montagens experimentais, humor e espetáculos que colocam em cena questões como memória, identidade, afeto e desigualdade.

Também há uma agenda extensa de atividades gratuitas. Exposições, rodas de conversa, oficinas e performances ampliam as possibilidades para quem quer aproveitar a programação cultural sem pesar no bolso. Confira os destaques entre os dias 21 e 28 de agosto.

Por Carol Boueri
Foto: Divulgação

Shows, Música e Literatura

Flávio Venturini | Turnê 50 Anos

Flávio Venturini volta ao Circo Voador para celebrar cinco décadas de carreira. O repertório percorre diferentes fases do cantor, compositor e instrumentista, que integrou O Terço e 14 Bis e teve sua trajetória ligada ao Clube da Esquina antes de seguir carreira solo.

A apresentação parte do álbum Minha História, lançado em 2025, e deve reunir canções como “Todo Azul do Mar”, “Noites com Sol”, “Linda Juventude” e “Espanhola”.

Quando: 22 de agosto, sábado. Abertura dos portões às 20h.
Onde: Circo Voador — Rua dos Arcos, s/nº, Lapa.
Quanto: ingressos à venda pela Eventim.

Dança das Cabeças – A Música de Egberto Gismonti

O AC Jazz Special Quartet dedica uma série de apresentações à obra de Egberto Gismonti. O show leva ao palco o repertório do álbum Dança das Cabeças, lançado pelo grupo em junho, com novas leituras para composições de um dos nomes mais importantes da música instrumental brasileira.

Quando: 21 e 22 de agosto, às 20h; 23 de agosto, às 19h.
Onde: Teatro Café Pequeno — Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon.
Quanto: de R$ 25 a R$ 50.
Classificação: 12 anos.

Dori Caymmi

Dori Caymmi encerra sua passagem pelo projeto Terças no Ipanema com um repertório que percorre diferentes momentos de sua trajetória. Além das próprias composições, o cantor e arranjador revisita obras de Dorival Caymmi e apresenta músicas do álbum Utopia.

Quando: 25 de agosto, terça-feira, às 20h.
Onde: Teatro Municipal Ipanema Rubens Corrêa — Rua Prudente de Morais, 824-A, Ipanema.
Quanto: de R$ 50 a R$ 100.
Classificação: livre.

Tukum – Bando de Criação apresenta Estradas

Música, teatro, dança e literatura se encontram no trabalho do Tukum – Bando de Criação. Formado por Luísa Pitta, Flávio Pacato e Luas Olivieri, o trio apresenta canções dos álbuns 22 Dias a Pé e Estradas Dentro, além de composições inéditas.

O concerto expande o formato tradicional de show ao incorporar corpo, palavra e elementos cênicos à experiência musical.

Quando: 21 de agosto, sexta-feira, às 19h.
Onde: Centro da Música Carioca Artur da Távola — Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca.
Quanto: R$ 30 e R$ 60.
Classificação: livre.

Henrique Cazes – 50 Anos de Cavaquinho

Henrique Cazes comemora cinco décadas dedicadas ao cavaquinho em um espetáculo que reúne memória, virtuosismo e diferentes vertentes da música brasileira. O repertório inclui obras de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Noel Rosa e Hermeto Pascoal, além de composições próprias.

Cazes divide o palco com os filhos Pedro Cazes, no violão, e Leonardo Cazes, na percussão.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 17h.
Onde: Centro da Música Carioca Artur da Távola — Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca.
Quanto: de R$ 30 a R$ 60.
Classificação: livre.

Minha Voz, Nosso Samba

Marinho reúne composições autorais e sucessos do samba e do pagode em um show voltado à memória afetiva do gênero. A apresentação aproxima repertório próprio de canções que atravessaram diferentes gerações.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 20h.
Onde: Areninha Cultural Renato Russo — Parque Poeta Manuel Bandeira, s/nº, Cocotá, Ilha do Governador.
Quanto: R$ 10.
Classificação: 16 anos.

Ricky Vallen

Ricky Vallen leva a Madureira um repertório marcado pela diversidade. O cantor passa por clássicos da MPB, como “Atrás da Porta” e “Sangrando”, e chega a sucessos do pop nacional e internacional, incluindo músicas associadas a Sandy & Junior, Anitta, Roxette, Alicia Keys e Édith Piaf.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 19h30.
Onde: Arena Cultural Fernando Torres — Rua Bernardino de Andrade, 200, Madureira.

Sarau CEP 20.000

Criado por Ricardo Chacal há três décadas, o CEP 20.000 mantém sua vocação para misturar linguagens e abrir espaço para trabalhos em processo. Poetas, músicos, performers, atores, atrizes e artistas do audiovisual se revezam em apresentações marcadas pela experimentação e pelo contato direto com o público.

Quando: 26 de agosto, quarta-feira, às 19h30.
Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua Visconde de Silva, ao lado do nº 292, Humaitá.
Quanto: de R$ 15 a R$ 30.
Classificação: 16 anos.

Livro Vivo

O encontro aproxima leitores de escritores e poetas, com atenção especial a autores ligados aos subúrbios cariocas. A proposta é transformar a conversa sobre literatura em espaço de troca entre público e quem produz a cena literária da cidade.

Quando: 21 de agosto, sexta-feira, às 10h.
Onde: Areninha Cultural Municipal Jacob do Bandolim — Praça do Barro Vermelho, s/nº, Pechincha.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Teatro, Dança e Musicais

Gosto Amargo na Pele

Os Ciclomáticos Companhia de Teatro celebram 30 anos de trajetória com uma livre adaptação da vida e da obra de Plínio Marcos. Com dramaturgia e direção de Ribamar Ribeiro, a montagem encerra a chamada Trilogia dos Indesejáveis e mergulha no universo marginal que atravessa a produção do dramaturgo.

A encenação cria uma espécie de cabaré-circo-teatro em que violência, desejo, fé, humor e sobrevivência se cruzam para lançar um olhar sobre exclusão e desigualdade no Brasil.

Quando: 21, 22, 23, 27 e 28 de agosto, às 19h.
Onde: Teatro Glauce Rocha — Avenida Rio Branco, 179, Centro.
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Duração: 80 minutos.
Classificação: 18 anos.

Melodrama da Meia-Noite

A Companhia Melodramática retorna ao Teatro Dulcina com Rita Von Hunty e uma montagem em que o público ajuda a decidir os rumos da história. Inspirado nos melodramas franceses do século XIX, o espetáculo trabalha com improvisação e personagens clássicos do gênero, entre mocinhos, vilões, romances, crimes e grandes reviravoltas.

A plateia assume o papel do “povo de Paris” e participa diretamente do jogo cênico, tornando cada sessão diferente da anterior.

Quando: 21 e 22 de agosto, às 19h; 23 de agosto, às 18h.
Onde: Teatro Dulcina — Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro.
Quanto: R$ 100 (inteira), R$ 50 (meia) e R$ 45 (promocional).
Classificação: livre.

As Marias de Belém do Pará

Bete Mendes, Ítala Nandi, Ivone Hoffmann, Maria Pompeu, Mariah da Penha e Veluma dividem o palco em uma comédia musical que transforma lembranças e trajetórias das seis artistas em dramaturgia.

Criada e dirigida por Eduardo Barata, a montagem parte de uma viagem imaginária entre Copacabana e Belém para aproximar memória, envelhecimento e força feminina da cultura paraense. Carimbó, lambada e lundu atravessam a trilha, enquanto cenário e figurinos dialogam com referências como o Círio de Nazaré e a cerâmica marajoara.

Quando: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingos, às 17h. Temporada até 13 de setembro.
Onde: Teatro Sesc Ginástico — Avenida Graça Aranha, 187, Centro.
Quanto: de R$ 15 a R$ 60, com modalidades de gratuidade previstas pelo Sesc.
Classificação: 12 anos.

Ópera do Malandro – O Musical

A obra de Chico Buarque ganha nova montagem sob direção de Jorge Farjalla. José Loreto e Tiago Barbosa se revezam no papel de Max Overseas Navalha, enquanto o elenco reúne nomes como Carol Costa, Totia Meireles, Amaury Lorenzo e Valéria Barcellos.

A produção recupera as canções do clássico e acompanha a disputa provocada pelo casamento secreto entre Max e Teresinha. Golpes, chantagens e relações de poder conduzem a trama, que inclui números emblemáticos como “Geni e o Zepelim”.

Quando: quintas e sextas, às 20h; sábados, às 16h e 20h; domingos, às 15h30 e 19h30. Temporada até 30 de agosto.
Onde: Teatro Multiplan, VillageMall — Avenida das Américas, 3.900, Barra da Tijuca.
Quanto: de R$ 25 a R$ 350.
Classificação: 14 anos.

Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz

Myra Ruiz e Fabi Bang voltam aos papéis de Elphaba e Glinda na montagem brasileira do musical inspirado no romance de Gregory Maguire. A história retorna ao universo de Oz para mostrar o encontro entre as duas personagens antes de elas se tornarem conhecidas como as bruxas Má e Boa.

A produção aposta em grandes números musicais, efeitos de ilusionismo, sistemas de voo e projeções criadas para a montagem brasileira.

Quando: quartas a sextas, às 20h; sábados, às 15h e 19h30; domingos, às 14h e 18h30. Temporada até 4 de outubro.
Onde: Cidade das Artes — Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca.
Quanto: de R$ 50 a R$ 400.
Classificação: livre.

Vida de Cão – Uma Amizade Fora da Coleira

Texto e direção de Ivan Fernandes conduzem a história de Renan, um homem consumido pela rotina de trabalho que encontra Wesley, um cachorro vira-lata capaz de alterar sua relação com o cotidiano.

Com Pivo Maia e Claudio Amado no elenco, a peça combina humor e delicadeza para tratar de solidão, esgotamento, empatia e da importância dos vínculos em uma vida marcada pela pressa.

Quando: 25 e 26 de agosto, terça e quarta-feira, às 20h.
Onde: Teatro Café Pequeno — Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon.
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Classificação: 14 anos.

Selvagem

Gabriela Rosas interpreta uma obstetra brasileira que deixa o casamento e a rotina no país para integrar uma missão humanitária no Sudão do Sul. Dirigido por Fernando Philbert, o monólogo adapta o romance de Marília Passos, finalista do Prêmio Jabuti em 2023.

A experiência da protagonista em uma região marcada pela guerra se cruza com questões sobre maternidade, relações amorosas, sobrecarga e transformação pessoal.

Quando: 21 e 28 de agosto, sexta-feira, às 20h. Temporada até 4 de setembro.
Onde: Teatro Gláucio Gill — Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana.
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Duração: 1h15.
Classificação: 14 anos.
A sessão de 28 de agosto terá intérprete de Libras.

Céu de Agora

O Grupo Pedras transforma planetas e arquétipos astrológicos em matéria cênica. Dez astros são corporificados pelos atores em um percurso no qual o público visita diferentes universos antes de chegar a uma dança criada a cada apresentação.

Quando: 21 e 22 de agosto, às 20h; 23 de agosto, às 19h.
Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua Visconde de Silva, ao lado do nº 292, Humaitá.
Quanto: de R$ 35 a R$ 70.
Classificação: 10 anos.

Carta a um Jovem Ator

A obra de Domingos Oliveira inspira uma montagem que transforma uma de suas cartas em reflexão sobre juventude, amor, arte, escolhas e finitude. A relação direta com a plateia conduz um espetáculo de tom íntimo e bem-humorado.

Quando: sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h. Temporada até 30 de agosto.
Onde: Teatro Municipal Domingos Oliveira — Rua Padre Leonel Franca, 240, Gávea.
Quanto: de R$ 30 a R$ 60.
Classificação: 12 anos.

Como um Palhaço – Like a Clown

Dois acadêmicos tentam conduzir uma palestra sobre palhaços, mas o encontro rapidamente toma rumos inesperados. A montagem mistura texto, música ao vivo, imagens projetadas e trabalho corporal para investigar como a figura do palhaço se transformou ao longo do tempo.

Quando: quintas, sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h.
Onde: Teatro Municipal Ipanema Rubens Corrêa — Rua Prudente de Morais, 824-A, Ipanema.
Quanto: de R$ 40 a R$ 80.
Classificação: 14 anos.

Eu Não Sou Daqui

A atriz, humorista e palhaça Glaucy Fragoso transforma sua trajetória entre o interior de Santa Catarina e o Rio de Janeiro em matéria para o palco. Entre lembranças familiares e choques culturais, a artista usa o humor para falar de deslocamento, violência, fragilidade e pertencimento.

Quando: 26 de agosto, quarta-feira, às 20h.
Onde: Teatro Municipal Ziembinski — Rua Heitor Beltrão, s/nº, Tijuca.
Quanto: de R$ 30 a R$ 60.
Classificação: 14 anos.

A Menina e o Mundo

Inspirado no livro Ynari, a menina das cinco tranças, do escritor angolano Ondjaki, o espetáculo acompanha uma menina que descobre na força das palavras um caminho para pacificar as aldeias de seu país.

Quando: 21 e 22 de agosto, às 19h; 23 de agosto, às 18h.
Onde: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro — Rua José Higino, 115, Tijuca.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.
O espetáculo conta com acessibilidade em Libras.

Cuscuz na Mão

Dadá Coelho transforma o preparo de um cuscuz em fio condutor para contar histórias de sua trajetória entre Piauí, Maranhão e Rio de Janeiro. Humor, memória e referências nordestinas se misturam enquanto a receita ganha forma diante da plateia.

Depois do espetáculo, artistas da comunidade participam do quadro “Meu Amigo é Massa”, comandado pela personagem Dona Fernandona.

Quando: 21 de agosto, sexta-feira, às 20h.
Onde: Arena Cultural Fernando Torres — Rua Bernardino de Andrade, 200, Madureira.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: 16 anos.

Exposições e Artes Visuais

Nordeste Expandido: estratégias de (re)existir

A exposição reúne 216 obras de 110 artistas nordestinos e chega ao Rio depois de circular por cidades como Recife, Fortaleza, Natal, São Luís, Teresina, João Pessoa e Aracaju. O projeto investiga diferentes territórios, experiências e modos de produção artística da região, evitando tratá-la como uma identidade única.

Nos dias 21 e 22, a mostra ganha um seminário com artistas, pesquisadores e curadores. “Nordestes e pesquisas em trânsito” abre a programação; no sábado, “Territórios, imaginação e educação” discute as relações entre práticas artísticas, território e processos educativos.

Quando: seminário em 21 de agosto, às 16h, e 22 de agosto, às 15h. Exposição até 6 de setembro.
Onde: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial, Sala dos Archeiros — Praça XV de Novembro, 48, Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Capacidade do seminário: 80 lugares.

Não Somos Mula

Rogério Reis volta o olhar para estruturas criadas por trabalhadores das praias cariocas para transportar mercadorias pela areia. Fotografadas durante caminhadas do artista pela orla, essas engenhocas aparecem como uma espécie de conjunto de totens urbanos.

A exposição relaciona trabalho, criatividade e ocupação da paisagem e propõe outro olhar para objetos que normalmente passam despercebidos no cotidiano das praias.

Quando: de segunda a sábado, das 10h às 18h. Até 29 de agosto.
Onde: Centro de Arte Hélio Oiticica — Rua Luís de Camões, 68, Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Futebol e Arte

Pelé, Garrincha, Nilton Santos e Seedorf estão entre os personagens retratados por Augusto Herkenhoff em cerca de 40 obras dedicadas ao futebol. A primeira individual do artista inteiramente voltada ao esporte aproxima pintura e paixão popular em trabalhos produzidos a partir de uma pesquisa iniciada em 2008.

Quando: até 22 de agosto, de segunda a sábado, das 10h às 18h.
Onde: Centro de Arte Hélio Oiticica — Rua Luís de Camões, 68, Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Alquimia dos Gestos

Pillar Rocha explora o papel de algodão a partir de perfurações repetidas que alteram a superfície do material. O gesto insistente funciona como princípio da pesquisa, aproximando transformação, textura, matéria e memória.

Quando: até 28 de agosto, de segunda a sábado, das 9h às 20h30.
Onde: Galeria Calouste Gulbenkian e saguão do Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian — Rua Benedito Hipólito, 125, Praça XI/Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Grupo Pedras 25 Anos

Cartazes, fotografias, figurinos, vídeos e objetos recuperam parte da história do Grupo Pedras. A exposição acompanha as comemorações pelos 25 anos da companhia e permite ao público conhecer também produções que não integram a programação cênica da ocupação.

Quando: de quarta a domingo, das 16h às 21h. Até 30 de agosto.
Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua Visconde de Silva, ao lado do nº 292, Humaitá.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Esplêndidas

Luciana Grether reúne pinturas, desenhos, esculturas em bambu e trabalhos impressos em tecidos e azulejos realizados entre 2015 e 2025. Figuras femininas e paisagens aparecem em obras que transitam entre realidade, fantasia e referências à natureza.

Quando: de quarta a domingo, das 16h às 21h. Até 30 de agosto.
Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua Visconde de Silva, ao lado do nº 292, Humaitá.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Exposição TAG Heuer e Senna

O artista catarinense Cainã Gartner transforma referências à trajetória de Ayrton Senna em esculturas de madeira. As peças integram projetos licenciados pela Senna Brands e dividem espaço com trabalhos da coleção Jardim da Alma.

A mostra aproxima esporte, memória e passagem do tempo a partir de esculturas produzidas por um artista que pertence à quarta geração de uma família ligada à marcenaria.

Quando: até 23 de agosto.
Onde: VillageMall, piso L1, próximo à Boutique TAG Heuer — Barra da Tijuca.
Quanto: entrada gratuita.

Infantil e Família

Carambolas nas Nuvens

Bebel Nicioli, Mari Jasca e Renata Neves, do grupo As Carambolas, misturam música, teatro, dança, circo e contação de histórias em uma viagem pela cultura brasileira, com aproximações também com sonoridades latino-americanas e africanas.

O repertório combina canções autorais e obras de nomes como Dona Ivone Lara, Hermeto Pascoal, Lô Borges e Moacir Santos, embaladas por baiões, xotes e cantigas populares.

Quando: 23 de agosto, domingo, às 16h.
Onde: Sesc São Gonçalo — Avenida Presidente Kennedy, 755, São Gonçalo.
Quanto: R$ 15 (inteira), R$ 7,50 (meia e convênio), R$ 5 (Credencial Plena Sesc) e gratuito pelo PCG.
Duração: 1 hora.
Classificação: livre.
Sessão com acessibilidade em Libras.

Rosa e a Floresta

Continuação de Rosa e a Semente, o espetáculo acompanha a personagem Rosa em uma jornada pela floresta. Novas amizades e descobertas conduzem uma história que aborda natureza, saberes ancestrais, povos originários e a força dos sonhos coletivos.

Quando: sábados e domingos, às 16h30. De 22 a 30 de agosto.
Onde: Espaço Cultural Sérgio Porto — Rua Visconde de Silva, ao lado do nº 292, Humaitá.
Quanto: de R$ 30 a R$ 60.
Classificação: livre.

Circus Dreams

Ilusionismo, malabares, música e humor dão forma ao espetáculo do casal Montes Morales. Inspirada na estética dos antigos programas de auditório e no universo vintage do circo, a montagem transforma objetos cotidianos em números cênicos para diferentes gerações.

Quando: 23 de agosto, domingo, às 10h.
Onde: Teatro de Fantoches e Marionetes Carlos Werneck de Carvalho — Praça do Aterro do Flamengo, na altura do Posto 3.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Xangô Menino

Uma festa da colheita em um quilombo serve de cenário para uma história que reúne crianças, jovens e anciãos em torno de cantos, danças e batuques. A narrativa aproxima tradições indígenas da trajetória de Xangô e da descoberta do fogo, criando pontes com as origens das festas juninas.

Quando: 22 e 23 de agosto, sábado e domingo, às 16h.
Onde: Teatro Municipal Ziembinski — Rua Heitor Beltrão, s/nº, Tijuca.
Quanto: de R$ 20 a R$ 40.
Classificação: livre.

É Coisa Nossa

Chay Torres conduz um show-contação inspirado na cultura popular brasileira e na memória do matriarcado. O conto “Icamiabas”, sobre mulheres ancestrais ligadas à proteção da natureza, dialoga com um repertório de sambas e com as participações de Nayana Torres e Glória Ettari.

Quando: 23 de agosto, domingo, às 16h.
Onde: Centro da Música Carioca Artur da Távola — Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca.
Quanto: de R$ 15 a R$ 30.
Classificação: livre.

Cursos, Oficinas e Encontros

Oficina de Melodrama

O diretor Paulo Merisio e integrantes da Companhia Melodramática apresentam uma atividade prática sobre os arquétipos clássicos do melodrama. A oficina é destinada a atores, estudantes e interessados em teatro, dança, circo e outras artes cênicas.

Quando: 22 de agosto, sábado, das 13h30 às 16h30.
Onde: Teatro Dulcina — Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro.
Quanto: inscrições pela plataforma Sympla.

Atividade de Risco: reaprender a desenhar com liberdade

A oficina convida participantes com ou sem experiência em desenho a enfrentar a página em branco sem a cobrança de produzir um resultado “certo”. Exercícios práticos trabalham criatividade, percepção e expressão individual.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 10h.
Onde: Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian — Rua Benedito Hipólito, 125, Praça XI/Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: 14 anos.

Escrevivências Indígenas

Ministrada por Don Quispe, a oficina aproxima literatura, oralidade, audiovisual e artes visuais para explorar diferentes formas de expressão dos povos originários. A palavra é trabalhada como instrumento de memória, resistência e criação.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 14h.
Onde: Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab) — Rua Pedro Ernesto, 80, Gamboa.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: 12 anos.

Criação de memórias interativas

Guilherme Bretas propõe uma experiência artística a partir de fotografias, arquivos pessoais e memórias familiares. A oficina investiga como imagens e lembranças podem ser reorganizadas para construir novas narrativas sobre passado, ausência, herança e permanência.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 16h.
Onde: Museu do Amanhã — Praça Mauá, 1, Centro.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.

Vivências do Morro – Experimentações Fotográficas na Pequena África

Com orientação de Maurício Hora, a atividade leva os participantes a uma prática fotográfica pela região da Pequena África. O encontro trabalha a pesquisa individual de cada participante e utiliza uma câmera Sinar de médio formato para a produção das imagens finais.

Quando: 22 de agosto, sábado, às 14h.
Quanto: entrada gratuita.
Classificação: livre.