A força de Chico Chico na capa da 27ª edição da Traços Rio anuncia uma edição pulsante, repleta de histórias de renascimento e resistência. Em um momento de reflexão sobre identidade e transformação pessoal, o artista que redefiniu sua relação com a vida e a música nos presenteia com seu olhar autêntico. Mas o que acontece quando a voz de Chico encontra a cadência da Orquestra Maré do Amanhã, os saberes ancestrais da Cozinha das Tradições, as escrevivências do FLIR e a educação musical que transforma comunidades? A resposta está nas páginas da nova Traços, um convite para mergulhar nas vozes que fazem o Rio de Janeiro pulsar com arte, cultura e transformação social.
Histórias que Transformam
Nesta edição, Chico Chico, aos 32 anos, fala sobre sua jornada de transformação pessoal, superando desafios profundos e se redescobrindo. Sua história atual reflete o que significa estar vivo e criativo neste momento tão particular.
Continuando a explorar personagens e histórias que estão retratados na revista, a edição 27 traz Francis Jane, Porta-Voz da Cultura que comemora a conquista de sua própria casa, renovando sua autoestima e demonstrando o poder transformador do trabalho digno. Outro destaque vai para as instituições de educação musical que se adaptam à era digital: a Escola Portátil, a histórica Escola Villa-Lobos e o afetuoso Centro Musical Antônio Adolfo mostram que o aprendizado das melodias precisa de ritmo, harmonia e orientação, em qualquer tempo.
Cultura, Tradição e Resistência
O projeto Cozinha das Tradições reúne mestres cozinheiros de diferentes territórios quilombolas, indígenas e ribeirinhos, valorizando os saberes ancestrais através da gastronomia. Iyá Marlene e Marcelo Rocha compartilham conhecimentos que passam de geração em geração, entendendo o ato de cozinhar como um ato sagrado que preserva identidades culturais.
A Orquestra Maré do Amanhã celebra 15 anos transformando vidas através da música em comunidades carentes, beneficiando mais de 17 mil pessoas e mantendo atividades em 30 escolas públicas. O livro "Concerto para um sonho" documenta essa jornada de impacto social e esperança.
O Festival Literário Igualdade Racial (FLIR) abre espaço para as escrevivências (narrativas que combinam escrita e vivência) de autores negros. O festival valoriza a produção intelectual afrodiáspórica como forma de resistência contra o silenciamento histórico, celebrando memória, imaginação e criatividade.
Vozes Visuais e Musicais
Ian Cheibub, criado em Niterói, sempre teve o samba como elemento central em sua vida. Como artista visual e fotógrafo, ele captura a essência do samba através de imagens que exploram corpo, som, toque, cheiro e movimento. Seu trabalho "Rugosidades" documenta a vivência comunitária através da fotografia.
A dupla ECO, formada por Mario e Samantha Caldato, apresenta "Amor in Sound", um projeto musical que explora descobertas e apostas sentimentais da música brasileira. O trabalho marca uma nova fase criativa onde a dupla busca trabalhar com projetos em que acredita, em um tempo orgânico e natural.
Isadora, conhecida como Lambe, trabalha com arte de rua e representatividade LGBTQIA+, produzindo lambes (arte urbana) que celebram identidade e autenticidade através de diferentes formatos como prints, cerâmica fria e tatuagem.
Muito Mais para Descobrir
A edição 27 também traz a coluna Conversa de Botequim explorando espaços culturais cariocas, a seção Visuais com trabalhos de artistas para ficar de olho, Um Conto com histórias impactantes, e a coluna Com a Palavra trazendo reflexões sobre arte e cultura.
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